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Para analistas, rejeição a Lula é difícil de se reverter

POR GBrasil | 24/09/2017
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Um dos responsáveis pela pesquisa do instituto Ipsos que apontou queda na reprovação de Lula em setembro, o analista político Danilo Cersosimo relativiza a suposta recuperação na imagem do ex-presidente. Na opinião dele, a rejeição ainda é muito alta e é improvável que seja revertida a ponto de viabilizar a eleição dele em 2018. “Dificilmente ele passará disso. A rejeição a seu nome é ainda muito grande, difícil de reverter”. 

 

A melhora nos índices de imagem de Lula acontecem, curiosamente, logo após depoimento de Antonio Palocci ao juiz Sérgio Moro, em que o ex-ministro afirma que o ex-presidente tinha um “pacto de sangue” com Emílio Odebrecht e que teria recebido, a dois dias do fim do seu mandato, pacote com R$ 300 milhões em propinas. Desaprovam o estilo do petista 59% dos entrevistados. Este índice era de 66% no levantamento passado. A parcela da população que o aprova subiu de 32% para 40%.

 

Para o cientista político Carlos Melo, professor do Insper, “os grupos que aprovam e desaprovam o ex-presidente têm similaridade entre sim. Eles não mudam suas opiniões, a posição desses grupos não está conectada com os fatos. Não há como reverter isso. Lula tem um piso do qual ele não passa. Assim como podemos dizer que ele tem um teto que não passará também”. 

 

Carlos Melo considera Lula um candidato forte de primeiro turno, com capacidade para fazer uma grande bancada na Câmara. “Agora, isso também indica que ele deve enfrentar sérias dificuldades para vencer uma eleição de segundo turno”. 

 

Confira abaixo os números do levantamento:

 

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