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Temer escolhe Marconi para falar 1º em reunião sobre segurança

POR GBrasil | 02/03/2018
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O presidente Michel Temer (MDB) pediu a Marconi Perillo (PSDB) que abrisse a reunião com os governadores que aconteceu na última quinta-feira para tratar de segurança pública. A informação foi dada hoje pela coluna Giro, que lembra que “o tucano é o único com quatro mandatos”. 

 

Marconi também foi quem falou em nome dos governadores à imprensa após a reunião, no Palácio do Planalto, em Brasília. Disse que a criação do Ministério da Segurança demonstra boa intenção do governo federal, mas que o orçamento é insuficiente.

 

A União reservou R$ 2,7 bilhões para área e criou uma linha de crédito de R$ 5 bi no BNDES. É pouco: só o governo de Goiás investiu R$ 3,4 bilhões no combate à violência em 2017. 

 

Em entrevista coletiva logo após a reunião, o Marconi disse ter colocado no encontro algumas premissas fundamentais para se resolver o problema de segurança pública de forma definitiva. Dentre as medidas defendidas pelos governadores, segundo Marconi, está a vinculação constitucional que cria um sistema único de segurança nos moldes do que acontece com a educação e a saúde.

 

A linha de financiamento do BNDES estará disponível por cinco anos e não exigirá aval do Tesouro Nacional. Outros tipos de garantias serão fixados. Os financiamentos não poderão ser destinados a pagamento de pessoal, por exemplo – somente a investimentos como criação de sistemas de inteligência e programas de reequipamento das polícias, incluindo compra de armamento.

 

O ministro não deixou claro o que cada Estado receberá na divisão dos recursos. “A grande ênfase nossa é a preocupação com o custeio. Nós estamos construindo presídios. Em Goiás nós já inauguramos dois, vamos inaugurar mais um em breve e temos mais dois em conclusão. Isso tudo é importante, mas nós precisamos de recursos para custear a segurança e os presídios. Não queremos recursos federais apenas, nós queremos parte de recursos da União, dos estados e dos municípios. E para isso é fundamental que uma PEC seja aprovada no sentido de garantir um sistema único compartilhado, com fontes de recursos dos governos federal, estaduais e municipais. Hoje, apenas os governos estaduais são responsáveis pelo orçamento e pela parte financeira”, explicou Marconi.

 

Além de governadores, o encontro reuniu os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, do Senado, Eunício Oliveira, e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia. Participaram da reunião 16 governadores e 7 vice-governadores, além do interventor na área de segurança no Rio, general Walter Braga Netto, e de dez ministros e do presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro.

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